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O Show Além do Palco: Por que a Experiência de Marca Dominou o Lollapalooza 2026?

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Se engana quem acha que o Lollapalooza é apenas sobre música: vimos uma aula de branding sensorial e ativação de comunidade. Quem esteve por lá percebeu que a disputa pela atenção do público não acontece mais no grito, mas sim na EXPERIÊNCIA.


A era de apenas "ver um anúncio" entre um show e outro acabou.


O que vimos no #lolla26 Lollapalooza Brasil com marcas como Coca-Cola FEMSASpriteVivo (Telefônica Brasil)Budweiser Brewing Group (AB InBev)Kibon, Tic Tac e tantas outras foi a transformação do fã em um embaixador espontâneo.


Mas qual é o segredo para essa recepção tão simpática do público?


Na minha (humilde) opinião UTILIDADE e CONFORTO: A Vivo e a Budweiser entenderam que o festival é uma maratona e oferecer áreas de descanso, pontos de recarga e mirantes não é apenas um "brinde", é resolver a dor do cliente no momento em que ele mais precisa.


O brinde pelo brinde vira lixo.


Já o brinde atrelado à experiência — como os itens colecionáveis da Coca-Cola ou os mimos refrescantes de Sprite e Tic Tac — serve como um troféu de "eu estive lá".


Além disso, ativações que exigem que o público participe, dance ou jogue transformam o contato com a marca em uma memória lúdica, coisa que a Sadia fez muito bem com a sua performance de Lek Trek.


E quando uma marca como a Kibon entrega um momento de frescor no calor da tarde paulistana


ela não está vendendo um produto, ela está criando um vínculo emocional. O público recebe isso com sorriso no rosto e ponto! A marca ganha o coração do seu consumidor, e deixa de gastar com mídia tradicional para ganhar advogados de marca que espalham a mensagem de forma orgânica e autêntica.


O Lollapalooza nos mostra que o marketing de experiência não é mais um diferencial, é o básico para quem quer ser lembrado.


E me conta você: qual dessas marcas melhor conectou a ativação com o DNA do festival?


Você acha que o brinde físico ainda é o maior chamarisco ou a experiência digital/visual já assumiu o controle?

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